RELAÇÃO DE ARTIGOS

18/06/2010 - Como evitar que sua mensagem seja considerada SPAM

03/07/2009 - Brasil é o 42º em ranking de conectividade

29/06/2009 - Internet cresce mais de 25% no quadrimestre

09/03/2009 - Empresas lucram atravÉs de email marketing

06/08/2008 - Pesquisa mostra os pecados do e-mail marketing

14/07/2008 - BANCOS NA PIOR

 

 

ARTIGOS

18/06/2010 - Como evitar que sua mensagem seja considerada SPAM

Enviando suas newsletters e tê-las entregues confiavelmente para uma lista de destinatários tem se tornado um grande desafio.
Se você não se dedicar a isso, tudo o que definir para sua newsletter poderá causar problemas.
Para não incorrer nesse tipo de questões, você, de fato, precisa, fazer algo a respeito, proativamente.
As conseqüências negativas são as listas negras em que seu e-mail possa ser incluído ou suas newsletters filtradas por filtros
de spam no servidor de e-mail   ou nos computadores dos destinatários.

Filtros anti-spam capturam todos os emails que chegam a sua caixa de entrada antes mesmo que sejam entregues a ela.  Fazem uma total checagem de spam em sua caixa de entrada, antes mesmo que você possa ver isso.

Esses filtros de spam usam um sistema de pontuação para classificar cada email: ou como uma mensagem permitida ou como um spam. Alguns dos mais populares filtros de spam, como o SpamAssassin, SpanCombat ou SpamProbe são desenhados para detectar padrões específicos nas suas mensagens de e-mail e assinalar  a pontuação de spamming a elas quando encontram esses padrões pré definidos.

Os filtros Spam assinalam uma classificação, dependendo do montante dos padrões “spam” que encontram no conteúdo de sua newsletter ou email. Se sua classificação supera os padrões pré-definidos sua newsletter é marcada como SPAM. As palavras “SPAM” ou ‘ JUNK’ são algumas vezes pré-fixadas na linha de assunto da sua newsletter e são enviadas para o sua caixa de spam  automaticamente.

Por isso, se você é um editor online enviando um email ou newsletter, uma de suas principais preocupações deverá ser: pensar muito antecipadamente sobre essas questões e fazer todo o possível para evitar as possíveis armadilhas de filtros de spam.

O que checar para prevenir seu email ou newsletter de ser filtrado, adicionado a lista negra ou marcado como spam.

1. Newsletter – Linha de Assunto

Edite cuidadosamente a linha de assunto do seu email newsletter. Essa é uma das áreas mais sensíveis. Alguns bloqueios são palavras em maiúsculo, exclamação! , as palavras grátis/promoção/imperdível, grande quantidade de espaços em branco, email do destinatário e o uso de datas. Mas há muito mais. A melhor maneira de evitar qualquer risco é ter um título que não use nenhuma dessas palavras vulneráveis.

2. Conteúdo típico de Spam

Evite utilizar frases que possam parecer típicas de filtros de spam de emails. Clichês ou Sentenças do tipo: “Clique Aqui” ou “Ùnica Oportunidade de Sua Vida” ou “Gratuito” ou “Imperdível”. Evite enviar uma única imagem sem nenhum tipo de TEXTO escrito no código HTML. Tente mesclar entre imagens e textos como uma página web.

4. Base Texto é melhor

Faça parecer texto:

Newsletters são geralmente de dois tipos: Base Texto ou Base HTML. Se você quer aumentar a segurança e acessibilidade de sua newsletter, base texto é a solução mais segura. Mesmo que opte pelo modo HTML certifique-se de que ao formatar e definir o conteúdo de sua newsletter, “para que não pareça spam”, seja, de fato, em base texto.
Também: Não envie sua newsletter, tipo HTML sem um texto de opção de entrega. Se o seu email newsletter é em HTML e ele não alterna para o formato texto automaticamente para os leitores que não podem receber HTML, eles serão filtrados.

5. Anexos

Não envie anexos. Anexos são, muitas vezes, portadores de vírus.  Por defesa, anexos são frequentemente filtrados, intensamente. Mesmo que o anexo chegue a seus leitores, é arriscado esperar que eles abram sob um programa de proteção antivírus.

7. Uso de Cores

Evite brincar de texto colorido se quer que sua mensagem seja enviada. Esse é um mau hábito, sob todos os pontos de vista. A menos que você mude a cor do background, o preto continua sendo a cor a mais legível na sua tela. A ênfase em vermelho é altamente conceituada como um truque de marketing e emails spam. Outras cores como o verde e azul, também deve ser sempre evitadas. Se você quiser realmente irritar os nervos da maioria dos filtros de spam mude a cor do background de seu email e você estará no “dia nacional do desaparecimento

8. Tamanho do Arquivo da Newsletter

Coloque algum peso nas suas newsletters. O tamanho do seu email newsletter é significativo para os filtros de spam. Mantenha o tamanho da mensagem entre 20K e 50k, porque a maioria dos emails spam pesam menos de 20K. Pouco código HTML e TEXTO, e imagem embutida.

9. Código HTML Ruim

Certifique-se de que não está criando sua newsletter utilizando códigos HTML ruins gerados por ferramentas populares como Microsoft Word. Se você criar sua newsletter no Microsoft Word salve-a como HTML. Você deve estar prevenido de que os códigos gerados pelo MS Word e outras ferramentas podem ser muito peculiares e isto é uma coisa que os filtros de spam realmente não gostam.

11. Imagens


Não utilize imagens no lugar de texto, na sua newsletter. Alguns editores podem escolher usar uma imagem grande para mostrar o conteúdo de toda a newsletter ou esta pode conter muitas imagens ou gráficos. A intenção pode ser boa mas os resultados não serão os melhores para contar a seus amigos. Evite usar imagens grandes e permaneça na base texto e modesto na utilização de imagens.

13. Remoção

Certifique-se que sua newsletter sempre inclua qualquer meio fácil para que seus destinatários possam facilmente remover-se de sua lista de dsitribuição.


[Subir]



 

03/07/2009 - Brasil É o 42º em ranking de conectividade


No resultado final estão 70 países e o Brasil ocupa posição de destaque no quesito que avalia os negócios e o uso de serviços online.
Ranking apresentado após estudo da consultoria IBM aponta o Brasil como sendo o 42º no ranking de Conectividade. O ranking, chamado de E-readiness, serve como um medidor para detectar o quão amigável é o mercado local às oportunidades baseadas na internet. No resultado final estão 70 países e o Brasil ocupa posição de destaque no quesito que avalia os negócios e o uso de serviços online.

O estudo teve apoio da unidade de inteligência da The Economist e descreve o Brasil como um dos países com melhor cenário macroeconômico e oportunidades de negócios do mundo. A pesquisa ressalta que o país foi pouco alterado em virtude da crise mundial, com maior índice de empreendedorismo entre os pesquisados. No entanto, o Brasil ainda precisa superar um problema relacionado deficiências na infraestrutura e baixa adoção do comércio eletrônico pelos consumidores e empresa de modo geral.

Segundo Ricardo Gomez, diretor da Consultoria IBM Brasil. "Apesar de o Brasil vir crescendo consistentemente nesse ranking desde 2005, a conectividade e a infraestrutura de TI ainda são um desafio no país. A baixa adesão à internet banda larga, devido especialmente a sua pouca disponibilidade e alto custo, é um obstáculo considerável ao crescimento do comércio eletrônico brasileiro".

Com informações da Época Negócios.

[Subir]



 

29/06/2009 - Internet cresce mais de 25% no quadrimestre


Meio obteve a melhor em relação ao mesmo período do ano passado; em geral, faturamento da mídia brasileira foi 2,6% maior do que nos primeiros quatro meses de 2008.
O faturamento da mídia brasileira como um todo caiu 3,9% em abril em relação ao mesmo mês de 2008, segundo revelam os números do Projeto Inter-Meios. Apesar do resultado negativo, o desempenho no acumulado dos quatro primeiros meses do ano pode ser considerado satisfatório, com crescimento de 2,6% em relação a igual período do ano passado. Em números absolutos, os veículos faturaram R$ 5,98 bilhões entre janeiro e abril, contra os R$ 5,82 bilhões do ano anterior.

Internet cresce 25%.
Entre os meios que fecharam o quadrimestre no azul, o de melhor performance foi a internet, com crescimento de 25,6%. Destaque também para cinema (com resultado 12,1% superior ao dos quatro primeiros meses de 2008), mídia exterior (11,4%) e TV por assinatura (10,8%) - as únicas mídias a alcançar crescimento na casa dos dois dígitos. A TV aberta, que concentra 60% das verbas publicitárias, cresceu 6%, e o rádio, 3,4%. O período foi difícil para a mídia impressa, com queda de 9,2% no faturamento dos jornais, 5,4% no das revistas e 19,5% no de guias e listas.

[Subir]



 

09/03/2009 - Empresas lucram atravÉs de email marketing


De acordo com levantamentos da provedora de web HL, localizada em São Paulo, o email marketing está entre os serviços que ganham com a crise. No último mês, o data center, que oferece a ferramenta incluindo , detectou aumento de 30% da procura em relação ao mesmo período do ano passado. Ao todo, foram disponibilizados 20 servidores quad-processados para atender a demanda de mais de 500 clientes, que tem atingido picos de 1.000.000 de envios por dia. Atraídos pelo baixo custo e pela eficiência da comunicação segmentada as agências de viagens lideram o ranking de usuários que apostaram ao email marketing para aumentar vendas neste final de ano. Por ser mês de férias, essa é a ferramenta mais ágil para enviar promoções de forma rápido e personalizado.

Em segundo lugar estão as mensagens de final de ano, que se tornaram uma alternativa prática e mais barata que os cartões convencionais para o relacionamento com o cliente. Já entre os produtos mais procurados está o envio de SMS, que comporta todas as operadoras de telefonia móvel e permite monitoramente em tempo real. "Acreditamos que isso seja em função da inovação que o produto oferece - porém ainda mais focado em pessoas que realmente desejam receber mensagens - abarcado pela emissão de relatórios mais completos do que os de envio por email comum”, avalia o executivo, diretor Empresa.


[Subir]



06/08/2008 - Pesquisa mostra os pecados do e-mail marketing


O Forrester Research, em uma recente pesquisa, deu nota vermelha – novamente – para quase todas as mensagens de e-mail comercial enviadas com a permissão do cliente. No relatório “The Best and Worst of Email Marketing In 2006” (“O Melhor e o Pior do Email Marketing em 2006”), a empresa de pesquisa verificou tudo, desde o processo de cadastramento até a criação da mensagem, e concluiu que há falhas em praticamente tudo. Somente um, o boletim diário com as manchetes do The New York Times, foi aprovado.

“Vários e-mails ainda são newsletters, que não levam o consumidor à ação e não oferecem nenhuma possibilidade de interação”, diz Shar VanBoskirk, analista sênior e autora do relatório. “E muitos ainda continuam como as antigas brochuras – trazem uma figura bonita, mas não é possível responder e enviar a minha opinião ou solicitar mais informações”.

O Forrester analisou 63 campanhas de e-mail marketing em seis indústrias – produtos e serviços de negócio, bens de consumo, serviços financeiros, mídia, varejo e turismo. A pesquisa concluiu que, do início ao fim, os e-mails ainda são enviados sem direção definida e com falta de foco no cliente.

Trinta e três (52%) das linhas de assunto dos e-mails descreviam o conteúdo do email, mas não davam uma idéia da vantagem que leitor teria ao abrir a mensagem. Somente 11 programas atendiam os requisitos básicos: facilidade de leitura rápida, volume de conteúdo razoável, e utilização de tópicos e títulos de maneira eficaz, para auxiliar a navegação.

Vinte e nove programas colocaram os links que levam à compra (como um carrinho de compras, por exemplo) no rodapé do email, e vinte e cinco dos programas eram quase impossíveis de ser entendidos sem as figuras.

Mesmo os processos para atrair opt-ins foram abaixo do esperado. Somente 27 das empresas analisadas ofereciam a possibilidade de cadastramento em suas home pages. Todos os segmentos foram reprovados, exceto varejo. As empresas podem estar valorizando demasiadamente a necessidade de práticas de privacidade e de processos de descadastramento on-line, esquecendo, no entanto, de realizar ações claras e objetivas para adquirir a confiança e a atenção do cliente em primeiro lugar.

“Inserir um email de convite na home page é provavelmente a ferramenta mais efetiva em termos de custo-benefício que qualquer profissional de marketing pode identificar, então porque vocês não promovem isso?”, pergunta VanBoskirk.


[Subir]





14/07/2008 - Bancos na Pior


Surpreendentemente, as organizações de serviços financeiros ficaram em último lugar entre as empresas analisadas. Tipicamente, elas são consideradas líderes em contatos on-line com os clientes, mas VanBoskirk não fica impressionada com as suas estratégias de email. “Dois fatores estão puxando as empresas de serviços financeiros para baixo.

Elas têm sido lentas em adotar o email como um meio de comunicação, por isso, não têm tido muitas chances de experimentar coisas diferentes”, diz ela. “E seus e-mails são muito focados em oferecer produtos. [Os clientes] querem que as suas necessidades sejam satisfeitas, não somente ouvir sobre o que você quer vender”.

As empresas das áreas de comunicação, varejo e turismo foram as três melhores indústrias colocadas, graças aos links que levam à compra, à facilidade de realizar transações, ao bom uso de texto e imagens e à boa comunicação de marketing. Empresas de bens de consumo e B2B vêm em seguida, com serviços financeiros por último.

O Forrester foi, do mesmo modo, negativo sobre as práticas corporativas de email e campanhas, em um estudo sobre o assunto realizado em 2003. “Por alguma razão, as pessoas ainda recebem respostas a e-mails mal feitos – os spammers também usam (maus) princípios e as pessoas ainda respondem, por isso você recebe essas mensagens”, diz VanBoskirk.

“Imagine os resultados que as empresas poderiam ter se enviassem bons e-mails”. Ela reconhece que o Forrester gosta de manter um alto padrão para desencorajar a complacência. “Quando olhamos para isso em 2003, o consumidor também era menos avançado e possivelmente recebia uma quantidade menor de e-mails, por isso a competição era mais fácil”.

"Mudamos a metodologia para que a avaliação reflita nossas expectativas a respeito dessas campanhas, e se estamos fazendo nosso trabalho bem feito, sempre haverá pessoas interessadas", ela diz. “Nós queremos sempre incentivar as pessoas a pensarem sobre a próxima série de boas práticas”.

Fonte: Forrester Research


[Subir]